CASO DE ESTUDO · 2026 · EM PARCERIA COM BBA REAL ESTATE PARTNERS
Saber se a obra dá dinheiro enquanto ainda vai a tempo
A Flowzi transforma faturas, contratos, compromissos, rendas e extratos numa visão financeira por empresa e por obra, atualizada à medida que o negócio acontece.
Cliente: BBA Real Estate Partners · Setor: Investimento imobiliário · Serviço: Plataforma financeira por obra · Ano: 2026
O negócio — compra, reabilita e vende, tudo ao mesmo tempo
A BBA compra prédios e apartamentos, reabilita-os e vende ou arrenda. Cada negócio é uma sociedade, cada sociedade tem as suas obras, e cada obra tem dezenas de fornecedores: são 7 empresas do grupo, 70 obras, 782 fornecedores distintos e 7 700 documentos tratados num arquivo só. Numa promotora imobiliária, a contabilidade não é burocracia — é o produto: saber se um prédio deu lucro exige saber exatamente que faturas lhe pertencem.
"Nós sabemos se um negócio correu bem quando ele acaba. O que nunca soubemos é como está a correr enquanto está a correr." — sócio da BBA Real Estate Partners
O problema — não era fechar as contas, era descobri-las tarde
- Não sabiam a margem da obra enquanto ela decorria: não havia conta de exploração por projeto, e o número verdadeiro só aparecia no fecho do ano.
- O cashflow estava sempre atrasado, reconstituído mês a mês à mão e decidido com o retrato do mês anterior.
- Os compromissos futuros estavam escondidos em PDF: escrituras marcadas, sinais, IMT e selo, milhões com data certa e sem lista à frente de ninguém.
- As faturas exigiam trabalho manual: chegavam por e-mail, WhatsApp, foto ou papel de obra, e alguém tinha de abrir, identificar a sociedade, decidir a obra, renomear e arquivar.
- A informação dependia de uma pessoa: quem investiu quanto e até quando, que renda vence em que dia, tudo na cabeça de um sócio.
- Encontrar histórico era difícil: milhares de ficheiros em pastas com lógicas diferentes.
O que construímos — deixámos de guardar documentos e passámos a decidir com eles
Um arquivo organiza o passado. A plataforma lê o que cada documento significa em dinheiro e escreve com isso a tesouraria dos meses seguintes: o documento entra, a leitura reconhece o tipo, o valor entra nas contas como custo, receita ou compromisso, e o ficheiro arquiva-se sozinho.
- Uma fatura vira o custo de uma obra, com valor, fornecedor, empresa e obra — 6 528 arquivadas.
- Um CPCV vira dinheiro que vai sair, com data: sinal, remanescente, comissão, IMT, selo e a data da escritura — 243 datas de pagamento lidas dos contratos.
- Um contrato de investidor vira capital, retorno e prazo, com aviso antes de vencer — 65 participações.
- Um arrendamento vira receita futura, somada sozinha no mês em que entra — 73 contratos.
Em foco — o futuro da obra já estava nos documentos
Cada promessa de compra e venda deixa de ser um ficheiro e passa a ser um calendário de pagamentos, com um valor e uma data em cada linha: 243 datas de pagamento lidas de 210 contratos, cada uma com o seu valor, o seu tipo e o seu dia. A promessa entra e sai um calendário de pagamentos num só gesto — eram sete passos à mão, e em nove semanas isso evitou 14 dias de trabalho manual. A tesouraria dos próximos meses está escrita, obra a obra, e a pergunta "temos com que pagar isto?" tem resposta antes da reunião. 1 868 linhas de extrato, de 122 extratos e 19 bancos, estão ligadas aos movimentos que as originaram — a promessa gera a despesa esperada, o arrendamento gera a receita, e o extrato confirma o que aconteceu de facto.
Resultados medidos em produção a 14 de agosto de 2026
- 98% da faturação entra, é lida e arquiva-se sozinha.
- 90% da matriz de cashflow constrói-se sozinha.
- 93% das faturas sabem a que obra pertencem, ao dia.
- 7 dias por mês devolvidos: arquivar, atribuir e procurar documentos à mão.
- +60% de obras a decorrer em paralelo com a mesma equipa — o volume adicional teria exigido duas contratações administrativas nas condições anteriores.
Em produção desde junho de 2026: 3 626 faturas tratadas, 210 negócios e 73 arrendamentos. Tratar uma fatura passou de sete gestos manuais a um clique de confirmação; o lucro de cada obra passou de estimado no fecho do ano a existir ao dia.
O impacto — deixaram de descobrir no fecho e corrigem a tempo
Para quem faz as contas, o Excel mensal deixou de ser reconstituído à mão. Para os sócios em obra, a fatura entra do estaleiro com uma foto e fica arquivada na obra certa antes de sair dali. Para o negócio, o custo real de uma obra existe enquanto a obra decorre — é a diferença entre descobrir que um projeto correu mal e corrigi-lo a tempo. O mesmo motor que controla os investimentos da BBA avalia os que ainda não existem, numa calculadora pública já usada 192 vezes.